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sábado, 28 de maio de 2011

Peça de teatro no styllo capoeira


Nessa postagem divulgo a importancia da capoeira para a cultura da nossa sociedade. O contra mestre Minotauro junto a charles que é autor do teatro na aec-tea me deu a honrra de interpretar uma peça teatral, na qual dois capoeristas lutavam pelo o amor de uma mulher.
Eu fazia o papel do rei da confusão, enquanto meu amigo Josinaldo interpretava o rei da bricadeira, q teve uma crise de ciúme ao notar q eu como um rei da confusão tava se saindo melhor do q ele com uma jovem pela qual ele era apaixonado.
Nos jogavamos capoeira enquanto o josé maliciava me tirar do seu caminho pra que ele podesse conquistar a sua paixão.


No momento em que eu tirei a sedutora pra dançar, o ciume de josé subiu a cabeça, e ele me puxou para um desafio de capoeira, onde sacou uma faca matou eu e a nossa pretendente.


Como todo mundo sabe tudo isso aconteceu no momento em q interpretavamos dois guerreiros q lutavam pelo o amor de uma mulher, o que ta longe da minha pessoa cometer uma burrada dessa por paixão na realidade!



segunda-feira, 9 de maio de 2011

Museu da cachaça



Juntar coisas velhas, que foram parte importante do passado, seja para relembrar ou mostrar aos outros que não viveram naquela época, são costumes de muitas pessoas. Esse tipo de cultura, muitas vezes, é responsável pela criação dos conhecidos museus, que levam muitos curiosos a esses locais. No Povoado de Caiçara, a 06 km de Capim Grosso, também há um local de visitação como esses, mas o que está em exposição são coisas nada convencionais, se trata do “Museu da Cachaça”. O Bar do Bidú, como também é conhecido, abriga uma grande variedade de cachaça, muitas que nem são mais fabricadas, dispostas em prateleiras feitas pelo dono do estabelecimento, Ricardo Ferreira de Carvalho (Bidú), 63 anos, com madeira de umburana, sustentado por flechas de araçá e caçutinga, que dá um ar rústico ao lugar. Seu Bidú, em entrevista ao FR, contou que chegou ao povoado em 1957, para trabalhar como lavrador, porém teve uma ideia de montar um barzinho, “fui comprando uma garrafa, depois duas, depois já dava pra comprar uma caixa e aí foi crescendo”, narrou. No bar há bebidas com mais de 40 anos de fabricação, estão entre as mais antigas a Serra Grande, Jacaré, Altiva, Baiúca, Moenda, Camarão, Talo Verde, Da Kana, Caninha da Roça, 3 Fazendas e Saborosa, além de algumas com nomes diferentes, como Chora Rita. Por serem muito difíceis de ser encontradas, cada garrafa é vendida em média por 50 reais. O que faz o local ainda mais especial é a famosa “cachaça da cobra”, invenção do próprio Bidú, feita com cobras ainda vivas, que são despejadas dentro de uma garrafa de aguardente e dentre alguns dias já pode ser consumida, “vou no mato caçar e coloco na garrafa ainda viva, para não perder o veneno, que dá o gosto”, salientou Bidú. As bebidas são feitas com variadas espécies de cobras, entre elas jaracuçu, jararaca, coral, verde, d’água e até salamandra. Segundo ele, as pessoas acham interessantes, mas são poucos os corajosos que bebem. Sua mais nova experiência é uma garrafada com baratas, que ainda não foi experimentada. Outra coisa interessante no bar é uma placa que chama atenção dos visitantes, nela estão escritos vários nomes de pessoas que estão em dívidas com o bar e demoram a quitar, muitos brincam com a situação, dizendo que é o SPC do Ricardo.  Criatividade é o que não falta a seu Bidú, ainda que um tanto excêntrica, e por isso é uma das figuras marcantes do povoado e que deixará seu nome na história de Capim Grosso.